23 de outubro de 2011

EDUCAR CRIANÇAS PARA O MUNDO

Quem é mãe sabe que REALMENTE não existe a forma perfeita da criação, educação e felicidade para os filhos.

Acho que é tão complicado você querer mostrar regras para outras mães/pais. Legal DIVIDIR o que foi bom na sua casa e não fazer disto o correto.


capa do livro
 Nunca apanhei da minha mãe mas, do meu pai...aí!
Meu irmão idem, minha irmã NUNCA!
Digo com a maior certeza, amo os dois igualmente e não fiquei deficiente ou depressiva por isso! Somos em quatro filhos e hoje todos bem educados, formados e dentro da normalidade felizes!

Essa semana saiu uma entrevista no DELAS.IG sobre o TAPA NA BUNDA, gente...tapa e não surra!!!
Fiquei pensando e achei válido colocar aqui, ao menos para refletir que:
Cada casa é uma, cada criança é uma, cada situação é uma.

Não sou contra ao tapinha na bunda. Não concordo com surras com ou sem motivo, se é que exista motivo para isso! Mas...vai entender.

Essa terapeuta é muito razoável pelo que eu li. Um trecho da entrevista.

iG: Você acha que a palmada é a melhor forma de exercer autoridade?
Denise Dias:
Não. Acho que é uma das alternativas e, muitas vezes, é o que resolve. Tem crianças que nunca precisam levar uma palmada, a mãe olha e ela já obedece. Tem criança, no entanto, que faz alguma coisa errada e, por mais que a mãe coloque-a de castigo e tire privilégios, continua mexendo onde não deve mexer. O que adianta? O que ela está pedindo? Tapa na bunda. As crianças estão precisando de tapa na bunda.

iG: Não existem outras formas de exercer a autoridade, como saber dizer “não”?
Denise Dias:
Com certeza. Isso eu abordo com clareza no meu livro. O tapa na bunda é um último recurso, mas muitas vezes ele é necessário.

Não deixem de ver os comentários, achei tão relevante quanto a entrevista.
Realmente é para refletir.

Denise Dias-terapeuta infantil.
BJ

2 comentários:

  1. Parabéns pela sua coragem, ao abordar o tema de maneira diferente. Também acredito que a palmada seja o último recurso. Mas às vezes, é o único que pode salvar a autoridade materna. E se a mãe vier a perder essa autoridade, será um desastre, pois o filho não a respeitará. Aí, iniciar-se-á um efeito dominó : quem não respeita os pais, não sabe respeitar outras autoridades, nem chefes nem pessoas mais velhas. É isso que queremos para nossos filhos?

    Uma palmada bem aplicada na hora certa, dada sem raiva, nem gritos, quando a criança recusa-se a ouvir a voz da repreensão, persistindo numa atitude insubmissa, rebelde e desafiadora, pode, sim, ajudar a mãe a exercer a autoridade que lhe é devida, por direito. E isso não tem nada a ver com violência doméstica.

    Como disse Içami Tiba, "tapa que a criança sabe merecer e não vem, deseduca".

    Mas há mães, que por já terem perdido sua autoridade, fazem da palmada o único recurso, usando-o abusivamente. Esse é o tapa na bunda, mal aplicado, e que não resolve nada, só instiga na criança o espírito de revidar.

    Há um contexto adequado para o tapa na bunda. É preciso saber fazer uso desse recurso.

    Crianças há, no entanto, com quem a palmada não funciona. É o caso da minha filha mais velha. O que dá certo com ela, é cantinho da disciplina, perda de privilégios, e assumir as consequencias dos próprios atos.
    E há aquelas que só se emendarão com o tapa na bunda.

    Beijos

    PS. Vou já, já encomendar esse livro!

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  2. Ana,
    Concordo com tudo o que escreveu.
    Tenho dois filhos, meu marido ajuda muito.
    Tenho uma babá que está conosco há 4anos, que me "ajuda" mas
    Quem educa sou eu!
    Babá é para ajudar a mãe.
    É cansativo mas é o que os pais podem e devem fazer.

    Bj

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